O livro:
Filha
da Ilusão é o primeiro
volume da série Herdeiros da Magia
da autora Teri Brown que no Brasil é
publicada pela Editora Valentina.
Primeira frase da página 100:
“Minha
mãe solta um bocejo”.
Do que se trata o livro?
Ilusionista
talentosa, Anna é assistente de sua mãe, a famosa médium Marguerite Van Housen,
em seus shows e sessões espíritas, transitando livremente pelo mundo
clandestino dos mágicos e mentalistas da Nova York dos anos 1920. Como filha
ilegítima de Harry Houdini - ou pelo menos, é o que Marguerite alega - os
passes de mágica não representam um grande desafio para a garota de 16 anos: o
truque mais difícil é esconder seus verdadeiros dons da mãe oportunista.
Afinal, enquanto os poderes de Marguerite não passam de uma fraude, Anna
consegue realmente se comunicar com os mortos, captar os sentimentos das
pessoas e prever o futuro.
O que está achando até agora?
A leitura do
livro está sendo um pouco lenta, os acontecimentos acontecem devagar, e quem já
leu alguma coisa por aqui sabe que isso me irrita profundamente, MAS no caso
deste livro podemos acompanhar a rotina da personagem e ir descobrindo as
coisas junto com ela, não é o caso onde nada acontece e tudo fica parado, muita
coisa acontece nessas primeiras páginas, mas num ritmo normal (que
provavelmente poderia ser aplicado na vida de qualquer pessoa). Além disso, um
livro que envolve magia, sabe dosar o mistério e acontece em 1920 é uma boa
pedida.
O que está achando da personagem principal?
Carismática,
porém ela engole muito sapo da mãe que tem um ciúme ENORME da filha ou de
qualquer um que ameace roubar a atenção que ela recebe. Com os acontecimentos
lidos até o momento acredito que a personagem irá crescer e muito na trama.
Melhor quote até agora:
Pra variar não
separei ;)
Vai continuar lendo?
Óbvio, como
disse um livro que envolve magia, sabe dosar o mistério e acontece em 1920 é
uma boa pedida ;)
Última frase da página:
“Esboço um sorriso, sonolenta. O que ele realmente
quis dizer foi: ‘Tome cuidado, mocinha, não quero que fique doente’. É bom
saber que alguém se preocupa com meu bem-estar. Mas não tenho como explicar
isso para minha mãe.”