segunda-feira, 4 de março de 2013

Já conhece as séries “As Crônicas Vampirescas” e “As Bruxas Mayfair” (Anne Rice)? PARTE I




Hoje resolvi trazer para vocês a primeira série de livros que li por completo, mas tem um, porém, na verdade são duas séries que se intercalam, por isso estão em um único post (dois, ficou muito grande).

Os livros da Anne Rice se dividem basicamente em três grupos:

1. As Crônicas Vampirescas
2. As Bruxas Mayfair
3. Esse grupo se divide em mais partes, pois nela se enquadram todos os outros livros e contos da autora.

ATENÇÃO: não é uma divisão oficial, é apenas a minha opinião e vai servir para explicar um pouquinho melhor o porquê dos grupos 1 e 2 estarem no mesmo post aqui.

As crônicas vampirescas possuem 9 livros todos publicados no Brasil pela Editora Rocco, então se preparem para preços salgados, e a série das Bruxas Mayfair possui 4 livros, também publicados pela Rocco, porém, há outros 2 livros que finalizam a série das Crônicas que misturam ambas as histórias, ou seja, há ao todo 15 livros.

Bom, eu conheci o livro “Entrevista com o vampiro” (o primeiro de todos) por causa do filme lançado em 1994, quando eu tinha aproximadamente 7 anos, não que o filme tenha classificação livre, porque não tem, é só que o pessoal aqui de casa não era muito ligado em ver a classificação, quando se tocaram que eu não deveria ver já era meio tarde. Entretanto, só fui ter contato com o livro, propriamente dito, em meados de 1998, quando consegui comprar, depois disso, li um livro atrás do outro, demorou, mas li ambas as séries completas.

Confesso que meus livros favoritos são os das Crônicas, exceto pelos últimos, isso porque a autora estava numa fase diferente e os livros refletiram essa fase e se destoam dos anteriores.

ATENÇÃO: Antes de apresentar os livros para vocês que fique claro que: Os livros não são indicados a todos os leitores, e embora não tenha uma classificação indicativa na capa, não os indico para menores de 18, no máximo é indicado para maiores de 16 e com ressalvas, o livro contem insinuações eróticas, homossexuais, estupros, assassinatos..., não necessariamente no mesmo livro, mas possuem, então se vocês não têm idade ou algo contra algum desses tópicos NÃO LEIAM.

Com o aviso dado vamos aos livros na ordem a serem lidos:


Entrevista com o vampiro (As Crônicas Vampirescas – vol. 01)
Escrita em 1976, Entrevista com o vampiro inicia a série que apresentou O vampiro Lestat e A rainha dos condenados, levando os críticos à descoberta de que se trata da mais voluptuosa e sedutora história de horror do nosso tempo.
Uma história que começa com a ousadia de um jovem repórter ao entrevistar Louis de Pointe du Lac, nascido em 1766 e transformado em vampiro pelo próprio Lestat, figura apaixonante que terminará, ao longo da série, arrebatando multidões como cantor de rock.
É um mundo de uma fantasia impressionante, um mundo gótico, romântico, esse criado por Anne Rice e traduzido por Clarice Lispector. O texto da autora americana não poderia ter melhor intérprete, talvez mesmo cúmplice.

O vampiro Lestat (As Crônicas Vampirescas – vol. 02)
Narrado em forma de autobiografia, o romance acompanha o vampiro através dos séculos enquanto ele busca sua origem e um significado para sua existência. Ao invés da figura sombria descrita pelo vampiro Louis no primeiro volume das Crônicas Vampirescas, encontramos um Lestat de Lioncourt simpático, sedutor, romântico e até moralista.
O livro retorna à França pré-revolução. Passamos do mundo aristocrático da infância de Lestat, seu desbunde como ator no mundo cênico de Paris até sua transformação em vampiro. A partir desse ponto ele vai procurar entender quem é e de onde vem. Como um detetive, sai em busca de pistas que o levarão aos vampiros ancestrais, o elo perdido dos bebedores de sangue. Nessa busca, porém, ele também encontrará muitos inimigos. O predador é transformado em presa.

A rainha dos condenados (As Crônicas Vampirescas – vol. 03)
 
Lestat, o roqueiro diabólico, o perversor apresentado em Entrevista com o vampiro, lança sua autobiografia e um disco terrível. Pior: não contente, resolve ainda promover um show em que o tema principal é o proibido: a verdadeira origem dos vampiros e todo o peso da maldição que os acompanha.

 



A hora das bruxas vol.1 (As Bruxas Mayfair – vol. 01) e A hora das bruxas vol.2 (As Bruxas Mayfair – vol. 02)
Em A hora das bruxas, a autora mais uma vez exorciza seus demônios e fantasmas, narrando a saga de uma família que em quatro séculos vive entre feitiçaria e forças ocultas. A família Mayfair é o ponto central de uma dinastia de bruxos, que cresceu e prosperou dedicando-se à magia negra. Entre os Mayfair, convive-se pacificamente com o incesto, os assassinatos e com o espírito meio divindade celta, meio demônio, chamado Lasher.
O romance se desenrola cronologicamente para a frente e para trás, passando por Nova Orleans e São Francisco atuais e deslocando-se até o Haiti ou a um castelo na França de Luis XIV. As bruxas de Anne Rice não pilotam vassouras: são mulheres mafiosas, ocultas sob uma delicadeza fútil. Para elas, a bruxaria é a ciência mais confiável.

A história do ladrão de corpos (As Crônicas Vampirescas – vol. 04)
"Cabelo louro caindo até os ombros, penetrantes olhos azuis, roupa extremamente elegante, um sorriso irresistível e um corpo bem-feito, com um metro e oitenta de altura que, a despeito dos seus duzentos anos de vida, parece o de um mortal de vinte anos."
A descrição do vampiro Lestat, feita por ele mesmo, pode não combinar com o tipo físico de um Tom Cruise – Daniel Day-Lewis, Hutger Rauer, Jeromy Irons e até Sting foram sondados para o papel de Lestat, no filme inspirado no livro Entrevista com o vampiro, de que A história do ladrão de corpos é continuação.
Só que, agora, Lestat pode mudar completamente.
Um desconhecido que o persegue em vários lugares do mundo – Veneza, Hong Kong, Miami, Londres e Paris – propõe a troca de seu corpo com o do vampiro. É a oportunidade de Lestat sentir as sensações de um mortal. É a chance de Raglan James experimentar os poderes de um imortal.
Esta é uma história contemporânea, passada no final dos anos 80, inclusive no Rio de Janeiro. Depois de alcançar o sucesso durante sua curta carreira de cantor de rock, Lestat se enfronha no candomblé e espiritismo, pelas mãos de David Talbot, um amigo mortal que recusa sua oferta de sangue negro. Torturado por seu amor, suas dúvidas e sua solidão secular, Lestat sonha ser humano outra vez. Ver o sol, beber e comer como qualquer outra pessoa.
Mas uma coisa o perturba. E se o estranho não lhe devolver mais o corpo?

Lasher (As Bruxas Mayfair – vol. 03)  
Lasher, publicado em 1993 nos Estados Unidos, é na verdade a continuação de A hora das bruxas, escrito em 1990. A hora das bruxas termina quando a supercirurgiã Rowan Mayfair e seu marido Michael Curry dão vida à entidade no tapete de sua sala. Ao nascer, Lasher se levanta e vai ao encontro de sua mãe, seqüestrando-a e levando-a para longe, com a idéia fixa de se reproduzir e repovoar a terra com sua espécie.
A fecundação é imediata, mas a reprodução impossível, a menos que o demônio encontre alguém com a conjunção ideal de homem e mulher com 92 cromossomas. A história começa neste ponto de tormento. Rowan tentando se libertar da tirania do filho, enquanto dá à luz a Emaleth, irmã e mulher de Lasher. O romance é mais do que este conflito. É toda a vida das gerações Mayfair. É a bruxinha Mona Mayfair, de 13 anos, que tenta seduzir todos os parentes, especialmente o tio Michael. Todas elas são histórias deliciosas do tio-fantasma Julien.

Taltos (As Bruxas Mayfair – vol. 04)  
Se em A hora das bruxas, Rice apresentou a família Mayfair – uma dinastia oculta de Nova Orleans, que a cada geração tem um de seus membros designados para receber os poderes de uma entidade conhecida como Lasher, em Taltos, uma das Mayfair, Rowan, gera uma outra criatura. Anne Rice foi descobrir no folclore húngaro a figura do Taltos – um feiticeiro com poder de descobrir e combater bruxas. A autora expandiu esse conceito para criar seu próprio Taltos, um ser complexo que já nasce com habilidades de adultos.
É um antigo Taltos, chamado Ashlar, que revela os detalhes da linearidade e desta mitologia: os Taltos, perseguidos pelos celtas, buscaram abrigo entre uma tribo chamada os Pequenos (The Picts). Esta tribo britânica impressionou Anne Rice por ter controlado a Escócia durante séculos, desaparecendo depois completamente, deixando apenas alguns estranhos artefatos para provar a sua existência.
Taltos possui todos os elementos típicos da autora: conflitos pessoais, tramas paralelas e uma rica tapeçaria de elementos históricos, religiosos e da cultura pop – dando dimensões épicas ao mundo sobrenatural.

Memnoch (As Crônicas Vampirescas – vol. 05)
O vampiro Lestat está de volta. Desta vez, num romance fantástico, ele enfrenta a maior das tentações: Memnoch, que afirma ser o diabo em pessoa. Memnoch coloca o imortal diante da oportunidade de voltar no tempo, conhecer a criação, visitar o purgatório e escolher entre o céu ou se tornar um príncipe no inferno.
Nessa viagem de extremos, a autora propõe algumas situações que podem incomodar aos mais impressionáveis, mas que certamente tornam a leitura mais instigante. Memnoch conta a sua história: era um arcanjo escolhido por Deus para acompanhar o começo da criação mas cai em desgraça, quando se recusa a aceitar a indiferença divina com os homens, relegados aos mais diversos sofrimentos.
Lestat se encontra diante do argumento de que um Deus misericordioso não permitiria que suas criaturas vivessem em meio a tanta crueldade e injustiça. E que afinal, o diabo seria o único tentando salvar as almas através do purgatório.

Pandora (As Crônicas Vampirescas – vol. 06)
 Pandora é o primeiro livro da nova série de contos vampirescos de Anne Rice. Um presente para os fãs do estilo narrativo da escritora gótica que mais vende em todo o mundo. Seus personagens jogam estrategicamente com a sedução e esbanjam sagacidade, atravessando séculos de romantismo e mistério, numa luta dramática entre razão, prazer e paixão.
O narrador deste romance é o vampiro David Talbot. A história começa no século XXI, tendo como cenário um lotado café parisiense. Lá a belíssima jovem Pandora - de pele de porcelana, olhos topázio e de inteligência incomum - é convidada por David e escrever sua história. Ela nos leva a viajar no tempo e relata, relutante a princípio e depois com incrível paixão, uma vida de mais de 2.000 anos.
Pandora volta à pré-adolescência, quando era uma simples mortal, filha de um rico senador do Império Romano. Nesta época, no palácio de seu pai, ela conhece e se apaixona pelo ainda mortal e extremamente charmoso Marius, numa Roma atemorizada, dominada por César e cercada de conspiradores e assassinos interessados em tomar a cidade.
Vinte anos depois, Pandora foge de Roma e passa a ter sonhos freqüentes com sangue jorrando. Busca um padre para esclarecer seus pesadelos. Numa nova cidade, encontra com Marius, o já poderoso e carismático vampiro. Juntos passam a viver um grande e turbulento amor. Durante séculos, numa intensa batalha entre razão e paixão, os dois travam um declarado e doloroso duelo, até se separarem tragicamente.


Continua Amanhã

Um comentário:

  1. Também acho que o último foi bem fraco, mas Anne voltou a falar de seus vampiros em Prince Lestat. E
    espero que chegue logo por aqui.

    A qualidade do livro é indiscutível, mas quem poderia imaginar que dele sairia a série mais fabulosa de todos os tempos. Personagens maravilhoso que acompanho há anos e que logo nos trarão novidades em Prince Lestat.

    No meu blog também falo de Anne, sobre suas criaturas sobrenaturais. Se quiser dar uma conferida:

    http://porquelivronuncaenguica.blogspot.com.br/2015/01/sere-fabulosas-criaturas-concebidas-por.html

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