terça-feira, 17 de maio de 2016

[Lançamentos] Grupo Autêntica: Editora Gutenberg, Nemo, Vestígio e Autêntica – Maio 2016


As fases da lua, de Clarissa Corrêa, Liliane Prata, Bianca Briones, Leila Rego e Jennifer Brown
Alice é uma jovem com uma vontade crescente de cair no mundo, até se apaixonar pelo cara mais gato da cidade. Mas um incidente no meio de seu conto de fadas pode mudar sua vida para sempre.
Lena é uma mulher cheia de amor para dar e que stalkeia todos os passos dos homens por quem se apaixona. E ela realmente se apaixona por todos. O problema é que eles não se apaixonam por ela…
Um amor minguante não tem vez na vida de Bruna. Noiva do seu melhor amigo de infância, eles se preparam para o casamento e traçam planos para uma vida inteira juntos. Mas será que não é perfeição demais?

Ainda nova, Dora já é uma médica renomada, segura e decidida, mas seu coração traz uma ferida e ela não está disposta a se abrir novamente. Até que o amor lhe aparece em forma de canção…
Destiny é uma jovem com um passado marcado por dúvidas e segredos, assim como o misterioso luar azul que toma conta de sua cidade, deixando-a confusa e com medo… pois no fundo ela sabe que ele pode guardar as respostas que ela tanto busca.
Assim como a Lua, a vida também é repleta de fases, e neste livro acompanhamos as deliciosas histórias de cinco mulheres que estão em diferentes fases da vida, mas que têm em comum os altos e baixos, os amores e desamores, as promessas e incertezas da busca pela felicidade.

Curtindo a vida adoidado, de Todd Strasser

A vida passa rápido demais. E se você não parar de vez em quando para vivê-la, vai acabar perdendo o seu tempo.
Os pais de Ferris Bueller realmente acreditaram que ele estava doente. A sua pior atuação em anos, e eles haviam caído nessa. Ferris não esperava que fosse fácil convencer o amigo, Cameron, a sair de sua fossa interior para acompanhá-lo em um dia onde o céu era o limite e não haveria nada que eles não pudessem fazer. Tirar a namorada, Sloane, da aula seria a parte fácil do plano, mesmo com a marcação cerrada do diretor Rooney e a perseguição de Jeanie, a explosiva irmã de Ferris.
Tendo Chicago inteira como parque de diversões e com a missão de fazer com que seu dia de folga seja incrível, Ferris não aceitará ter nada menos que o dia mais inesquecível de sua adolescência – tão inesquecível quanto o filme de John Hughes, que completa 30 anos em 2016.
Considerado uma das obras mais importantes do cinema e o retrato de uma geração, Curtindo a vida adoidado é a expressão do sonho de jovens de todas as épocas. Afinal, quem nunca quis fugir de uma aula chata para curtir um dia lindo na companhia de seus melhores amigos?
Publicado pela primeira vez no Brasil em formato de romance, esta edição comemorativa contém altas doses de encrencas, aventuras e desculpas esfarrapadas!

Diga sim ao Marquês, de Tessa Dare
Aos 17 anos, Clio Whitmore tornou-se noiva de Piers Brandon, o elegante e refinado Marquês de Granville e um dos mais promissores diplomatas da Inglaterra. Era um sonho se tornando realidade! Ou melhor, um sonho que algum dia talvez se tornasse realidade…
Oito anos depois, ainda esperando o noivo marcar a data do casamento, Clio já tinha herdado um castelo, tinha amadurecido e não estava mais disposta a ser a piada da cidade. Basta! Ela estava decidida a romper o noivado.
Bom… Isso se Rafe Brandon, um lutador implacável e irmão mais novo de Piers, não conseguir impedi-la. Rafe, apesar de ser um dos canalhas mais notórios de Londres, prometeu ao irmão que cuidaria de tudo enquanto ele estivesse viajando a trabalho. Isso incluía não permitir que o Marquês perdesse a noiva. Por isso, está determinado a levar adiante os preparativos para o casamento, nem que ele mesmo tenha que planejar e organizar tudo.
Mas como um calejado lutador poderia convencer uma noiva desiludida a se casar? Simples: mostrando-lhe como pode ser apaixonante e divertido organizar um casamento. Assim, Rafe e Clio fazem um acordo: ele terá uma semana para convencê-la a dizer “sim” ao Marquês. Caso contrário, terá que assinar a dissolução do noivado em nome do irmão.
Agora, Rafe precisa concentrar seus punhos e sua força em flores, bolos, música, vestidos e decorações para convencer Clio de que um casamento sem amor é a escolha certa a se fazer. Mas, acima de tudo, ele precisa convencer a si mesmo de que não é ele que vai beijar aquela noiva.

Famílias homoafetivas, de Lícia Loltran

Este livro-reportagem de Lícia Loltran é um convite à desconstrução de estereótipos sobre os relacionamentos homoafetivos. Há, na sociedade, uma distorção quanto ao público e o privado dessas relações e uma tendência em limitá-las, apenas, ao campo do sexo e da intimidade (privado) e não ao da afetividade, da busca pela felicidade e do respeito à diversidade. De forma humana e sensível, Lícia Loltran traz para o público leitor histórias de vida que ressaltam a busca pela felicidade fora dos “padrões” judaico-cristãos. Essas histórias também destacam as dificuldades de casais homoafetivos na legalização de suas uniões, nas adoções e, principalmente, na superação de preconceitos. Mesmo que o teor “militante” não se faça presente nos textos, este livro é, na verdade, uma brilhante iniciativa de humanizar casais de mulheres com filhos que fogem da heteronormatividade, mas que, para existirem, tiveram de se sujeitar a leis e à ordem estabelecida. Nesse sentido, o livro tem uma perspectiva política, pois traz situações decorrentes da própria luta dos casais homoafetivos, como a superação de barreiras familiares, sociais e institucionais. Tudo isso sem cansar o leitor, pois cada narrativa está recheada de detalhes, singularidades que, no conjunto, se tornam plurais. Na verdade, a leitura de Famílias homoafetivas: a insistência em ser feliz é mais que um convite à reflexão sobre o sentido de democracia e de respeito à diversidade em uma sociedade ainda homofóbica.

O realismo impossível, de André Bazin
André Bazin nos mostra como ver, ouvir, sentir, compreender filmes e escrever sobre eles. Lições de coisas e de estilo. Ensina que filmes não “falam” disto ou daquilo, nem “abordam” este ou aquele tema. Filmes se “fazem com”: sobreimpressões, panorâmicas, reflexos em vitrinas, o barulho de uma descarga sanitária, posições de corpos no espaço, músicas, profundidades de campo, as peculiaridades dos sotaques das pessoas, reenquadramentos para a esquerda e para a direita, luzes e sombras. Os recursos da cozinha e do gosto cinematográficos.
No cinema, a realidade é aquilo em que acreditamos, e não o que “de fato é, ou foi”, crença criada por regras do jogo (do discurso) articuladas como sistema internamente referido e supostamente coerente, propostas implicitamente pelo filme e inferidas pelo espectador. Devemos sempre falar de efeitos de realidade, em vez de reprodução do real.
Para Bazin, Jean Renoir descobriu, reinventou, estendeu e exemplificou as muitas possibilidades do realismo no cinema, para que este fosse fiel à sua vocação. O filho de Auguste Renoir se afirmou como homem do futuro, que nenhum progresso técnico incomodou, e foi um dos mestres do realismo cinematográfico. - Ronaldo Noronha

Uni, duni, tê: Conto eu, conte você!, de Alex Lutkus e Leo Cunha
As imagens de Alex Lutkus são impactantes, únicas e, certamente, deixam marcas. Desconfio que Lutkus seja mágico! E, como todo mágico, ele precisa de palavras mágicas, rápidas. Certeiras.
Precisa da poesia que só o Leo Cunha faz com tanta simplicidade e sofisticação. Conclusão: texto e imagem se encaixam que nem coelho e cartola. Uma beleza!
Hoje é dia de magia: que tal abrir a caixa surpresa? - Marta Lagarta

Dó de peito, rodopio, de Mariângela Haddad
“Quando Una nasceu, aconteceram duas coisas que marcariam para sempre seu destino, pobre destino: em vez de chorar aquele choro desentupidor dos recém-nascidos, ela soltou um dó de peito forte, assustador. Tão forte e assustador que a enfermeira deu um pulo pra trás! O médico franziu a testa e olhou espantado por cima dos óculos para a dona daqueles pulmões poderosos.”
E, com esse dó de peito, começa a história de Una e de Duna, sua irmã. O pai, Nonato, resolve escolher o destino das filhas, e a vida de todo mundo entra em rodopio…

Mário de Andrade: Exílio no Rio, de Moacir Werneck de Castro

“Naquele brando inverno carioca de 1938, Mário de Andrade dava os primeiros passos de uma vida nova. Tinha anunciado à família que saía de férias, mas era mudança mesmo. Precisava fugir de São Paulo custasse o que custasse, embora com o sacrifício de arrostar pela primeira vez, já quase aos 45 anos, o afastamento do convívio materno que o aconchegava.
Ir ao Rio de Janeiro ia sempre, com alvoroço de menino. Achava maravilhosa a natureza; a gente o surpreendia e encantava. Cidade enfeada pela miséria, mas rica de humanidade, amava-a à distância, de amor platônico, feito de furtivos contatos. Numa de suas breves temporadas, assistiu ao carnaval carioca. A festa popular inspirou um poema em que botava pra fora sua “frieza de paulista”, seus “policiamentos interiores”. No Rio, convivia alegre com amigos escritores e artistas, entrava pela noite em discussões, lia e ouvia poemas nascidos de uma nova estética da qual ele, já conhecido como o “papa do Modernismo”, era pioneiro. Quem sabe, pensava, não poderia morar lá?
Desta vez trazia uma mágoa muito funda, causada pelo naufrágio de um projeto a que se dedicara todo durante três anos, à frente do Departamento de Cultura da Municipalidade de São Paulo. E essa amargura foi o elemento aglutinador de dores esparsas do corpo e da alma, sorrateiramente acumuladas.
Até então costumava dizer, descuidado: ‘Eu sou feliz!’. Mas de repente acontecera aquele grande dissabor, que o punha desarvorado diante das armadilhas do destino. Tinha ideia formada: considerava o destino uma conquista, realização perfeitamente controlada de “tendências pessoais”, e não trama inelutável dos fatos. Agora, desmoronada essa certeza, tudo ficava muito confuso.
O jeito foi a fuga, o exílio no Rio.”

Do sublime ao trágico, de Friedrich Schiller
Nas últimas décadas, a quantidade de publicações dedicadas ao debate sobre o sublime demonstra o interesse que o assunto tem despertado, tanto nos críticos de arte e teóricos da literatura quanto nos artistas, filósofos e historiadores da cultura. Uma das principais referências nesse debate é, sem sombra de dúvida, Schiller.
As contribuições de Schiller para a estética datam da década de 1790, e foram veiculadas em dois periódicos que organizou nessa época, Neue Thalia e Die Horen. O tema do sublime – ao lado do belo, uma das principais categorias mobilizadas pela tradição moderna com vistas a explicar os fenômenos estéticos – ocupava uma posição central naqueles estudos. Ao discutir o sublime, Schiller buscava uma ferramenta que esclarecesse os princípios constitutivos da experiência trágica, não só para compreender melhor os objetos da estética, mas também para construir fundamentos conceituais mais sólidos para a sua própria produção dramatúrgica.
A teoria schilleriana do sublime pode ser avaliada como um ponto culminante no desenvolvimento do tema em função de avanços decisivos em relação às concepções modernas, ligados a uma transposição do sublime da natureza para a arte. A partir desses avanços, quando se considera o desdobramento contemporâneo da discussão, Schiller pode ser avaliado também como ponto de partida, ou como primeira proposta do tipo de reflexão que enxerga na noção de sublime uma chave para compreender a criação artística na atualidade.

Próximos lançamentos

Independence Day: O Ressurgimento, de Alex Irvine

Vinte anos se passaram desde a primeira invasão alienígena. Vinte anos de paz, reconstrução e avanços tecnológicos – incluindo uma base na lua e aviões que utilizam tecnologia inimiga. Mas o período de trégua está chegando ao fim: os aliens retornam para o acerto de contas, com naves ainda maiores e armas mais perigosas, causando milhões de mortes e destruição em massa. As poucas esperanças da Terra estão depositadas no grupo que inclui o cientista David Levinson, um senhor da guerra no coração da África e uma piloto de caça, filha do ex-presidente Tom Whitmore. Unindo a ação e os personagens carismáticos que fizeram do primeiro filme um estrondoso sucesso de bilheteria, Independence Day – O Ressurgimentopromete arrebatar os fãs de cinema e de ficção científica.

Vertigo: Um corpo que cai, de Boileau – Narcejac
Encarregado por um antigo colega de seguir sua jovem e bela mulher, o detetive Flavières logo se vê perdidamente apaixonado pela moça. Essa impropriedade não o impede de investigar os temores de seu amigo Gévigne a respeito da esposa: suas ausências, seus mistérios, uma melancolia que a leva a olhar para as águas do Sena por horas a fio… Nenhum amante, nenhuma simulação, nenhuma doença. Apenas uma estranha relação com a bisavó, morta em circunstâncias terríveis e a quem a jovem Madeleine não chegou a conhecer… Um clássico de Pierre Boileau e Thomas Narcejac, especialistas na arte de conduzir a trama – e o leitor – até onde menos se espera.
Este instigante e sinistro roman noir foi adaptado por Alec Coppel e Samuel A. Taylor e filmado por Alfred Hitchcock em 1958. Um corpo que cai é considerado um dos melhores filmes de todos os tempos.

A dama oculta, de Ethel Lina White

Livro que deu origem ao clássico homônimo de Alfred Hitchcock, A dama oculta é por si só uma obra envolvente e extraordinária. Sua força está na maestria com que Ethel Lina White constrói atmosferas sinistras e perturbadoras, que pairam até mesmo sobre as cenas aparentemente mais corriqueiras. Iris Carr é uma jovem e bela socialite que retorna para a Inglaterra após um período de férias no continente europeu. Sentindo-se só e intimidada durante a viagem de trem, ela encontra conforto na companhia de uma estranha que conhece apenas como “srta. Froy”. O conforto logo se transforma em pânico quando a srta. Froy some sem deixar vestígios. Questionando a própria sanidade e desconfiando das reais intenções das pessoas a sua volta, Iris tenta desesperadamente desvendar o súbito desaparecimento de sua companheira de viagem – uma mulher que ninguém mais se lembra de ter visto!

Não é difícil perceber por que Hitchcock adotou este clássico e se viu compelido a imprimir-lhe, em 1938, sua marca cinematográfica.

3 comentários:

  1. Lançamentos bem interessantes e variados, esse romance de época da Tessa Dare já está na minha lista de desejados.

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  2. Oi Pah,
    De todos os lançamentos o que mais desejo ler é Diga sim ao Marquês, de Tessa Dare, ainda não li nada da autora, e como romance de época é meu gênero literário favorito, quero conhecer sua escrita.
    Beijos

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  3. Todas as sinopses são super interessantes e me deixaram curiosa para ler cada lançamento,mas principalmente "Diga sim ao Marquês",amo romances de época e esse parece ter um enredo divertido e viciante.Bjss!

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