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terça-feira, 2 de março de 2021

Lançamentos | Faro Editorial – Março de 2021



Março chegou com tudo na @Faroeditorial, com lançamentos para todos os gostos tenho certeza que vocês vão aumentar a lista de desejados. Confira os lançamentos: 

Deu merda Capa, de Gabriel Tennyson

Esse livro é F#d@ Mas não vai melhorar sua vida! Encontros que começam no Tinder e acabam em shows de anões sadomasoquistas, casamentos com mulheres que tinham o pai como amante... Em Deu Merda, Gabriel Tennyson reúne crônicas que formam o cânone do pobrismo: uma filosofia que vai te ensinar a rir do cotidiano dos subúrbios, das dores de cotovelo... e do cheque especial. Parte ficção, parte biografia, Deu Merda reúne textos para quem gosta de rir das desgraças... sem filtros. Este seleto tratado de sociologia não vai mudar sua vida, mas vai ajudar o autor a comprar pastel com caldo de cana, já que ele foi registrado no SERASA quando nasceu.

O renascimento do liberalismo, de F.A Hayek

Este é um livro com caráter profético, que chega no tempo em que todas as suas previsões se confirmaram.

F. A. Hayek, um dos maiores economistas de todos os tempos, foi laureado com o prêmio Nobel em 1974, quando se tornou mundialmente conhecido por sua filosofia social e política. Em particular, por sua previsão do colapso do socialismo quando muitos ainda olhavam para o regime com otimismo.

Aqui ele traça as raízes intelectuais para a Escola Austríaca, a tradição centenária fundada na Universidade de Viena e o renascimento do pensamento liberal clássico. Hayek continua a fornecer lições inestimáveis para o desenvolvimento do mundo.

Por décadas, seus vaticínios foram ignorados e a academia escolheu pautar o Ocidente pela proposta de Keynes, onde havia a defesa da atuação forte do Estado na Economia. Milton Friedman, apesar de conciliar em seus estudos as atuações de ambos, Keynes e Hayek, identificava-se com o liberalismo de Hayek, avaliando que a intervenção do Estado reduzia a capacidade do mercado de criar riqueza.

Desde as últimas três décadas, vimos a ascensão econômica de nações com economia mais liberal e a ruína das que mantiveram o Estado como tutor dos cidadãos. E, como consequência, o surgimento de ditaduras.

Esta obra reúne textos sobre a escola austríaca, detalhando a gênese dessa tradição e firmando seu lugar na história intelectual.

A psicologia da estupidez, de Jean-François Marmion

Um mundo sem estupidez é possível! Na verdade, não… Desculpe.

Mas isso não nos impede de tentar entender a estupidez humana. Afinal, todos nós lidamos com ela diariamente.

Seja nas notícias, nas redes sociais ou nos grupos com os quais convivemos.

Entender os idiotas é um desafio, algo que nunca foi realizado de forma profunda. Estudiosos, psicólogos e especialistas em comportamento humano se juntaram para analisar como a estupidez se processa e quais seus mecanismos: entendê-la parece ser a melhor forma de combater sua disseminação.

O objetivo deste livro é preparar o leitor para esse juízo final de quem tem de aturar a estupidez continuamente. Afinal, como diria Nelson Rodrigues, “os idiotas vão dominar o mundo. Não pela capacidade, mas pela quantidade. Eles são muitos”.

Crianças da guerra: A história sobre o trem italiano da felicidade, de Viola Ardone

Em 1946, Amerigo, aos 6 anos de idade, parte num trem com centenas de outras crianças para viver por algum tempo com uma família do norte. Foi a forma que o governo encontrou para livrar os pequenos da miséria que assolou o sul

depois dos efeitos catastróficos da Segunda Guerra Mundial.

Amerigo é pobre, mora em Nápoles com a mãe Antonietta. Ela, então, decide oferecer ao filho a oportunidade de uma vida melhor por um tempo: escola, comida, saúde.

Viola Ardone apresenta a história de um garoto enviado para um ambiente desconhecido, sem esconder nenhum aspecto dessa nova experiência, respeitando a dolorosa “duplicidade” da vida de Amerigo: a perda da mãe e a derrota da fome; as raízes cortadas e a nova serenidade; a indigna insegurança e a proteção “artificial” imposta, mas, ao mesmo tempo, providencial.

Amerigo nos transporta para uma Itália que acaba de sair da guerra. Narrando a separação e também a descoberta de um mundo novo, cheio de oportunidades, ele se vê diante de dois horizontes e deseja fazer suas escolhas.

“O período pós-guerra é uma mina de histórias não contadas.”

O Rato Trapaceiro, de Lisandro Santos


O livro O rato trapaceiro se originou do curta-metragem animado A fábula da corrupção. O projeto da animação foi contemplado em um edital de 2009 pela Controladoria-Geral da União (CGU) e pelo Escritório das Nações Unidas

(UNODC), e assim pôde ser produzido para a internet em 2010.

Inspirado nas fábulas de Esopo e outras mais de fundo moral que usam os animais para espelharem as ações humanas, a história, toda rimada, surgiu com num estalo para o autor, que precisou de poucos ajustes para chegar ao resultado final. A opção da estética da animação, junto ao formato da fábula e ao estilo rimado, contribuiu para que temas complexos pudessem ser apresentados de forma leve e cativante às crianças. A animação participou de muitos festivais e mostras e, inclusive, e ganhou mais de uma dezena de prêmios.

João, o dono do armazém.

não fazia mal a ninguém.

Vivia com o Cão e o Gato,

E a cooperação era um trato.

Até que o Rato ali chegou,

E um plano sujo bolou.

Acabou com o dinheiro e a comida,

E do patrão arruinou a vida.

Mas o Jumento, arrependido,

não deixou aquilo passar despercebido.

Para o homem revelou a verdade,

E trouxe, enfim, a felicidade.

O essencial de Joseph Schumpeter: A economia do empreendedorismo e a destruição criativa, de Russel S. Sobel e Jason Clemens

Este livro explora várias das proposições de Joseph Schumpeter sobre empreendedorismo, ciclos econômicos, desenvolvimento e processo democrático.

Embora pouco conhecidas fora dos círculos acadêmicos, as teorias de Joseph Schumpeter se mantêm como farol para empreendedores do mundo inteiro mesmo décadas após o seu falecimento.

Elas influenciam os estudos dos economistas acerca do empreendedorismo, da inovação e do progresso econômico. Consagrado pelo termo destruição criativa, foi um dos pioneiros a prever que as inovações tecnológicas seriam o motor do desenvolvimento capitalista: algo claramente visível hoje, quando os rumos da economia mundial estão sendo ditados justamente pela concentração de investimentos, inovações, modernizações e revoluções constantes em tudo que envolve tecnologia. Mas ele previu isso cerca de um século antes. Conhecer os princípios dessa teoria nos oferece caminhos para entender os mecanismos do mundo, da visão empreendedora e sua busca constante por inovação, ocupação de espaços, competição, desenvolvimento tecnológico e o que deve surgir nas próximas décadas.

Joseph Schumpeter é um dos grandes teóricos da Economia. Dentre suas muitas contribuições está sua pesquisa pioneira sobre empreendedorismo uma das características primordiais de todas as economias de mercado. A sua descrição atemporal do processo empresarial como “destruição criativa” talvez só fique atrás do conceito de “mão invisível” de Adam Smith no uso diário em tuítes, postagens, discursos e artigos.

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