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Coração Granada | João Doederlein #Resenha

 O amor (correspondido ou não) mexe com nossa alma e nosso corpo. A ansiedade, quando nos toma de assalto, também. Outro ponto em comum: os dois fizeram e continuam fazendo artistas de todos os tipos produzirem criações capazes de gerar reflexão e também de dar sentido ao que, muitas vezes, parecia já não ter. É o caso de akapoeta, pseudônimo de João Doederlein, neste seu segundo livro.

Nele o jovem escritor fala de paixões e crises de ansiedade e da relação entre ambas, com a mesma delicadeza que transformou a sua obra de estreia, O livro dos ressignificados , em um best-seller com mais de 60 mil exemplares vendidos. Nesse novo livro, ele combina novos ressignificados com poemas curtos e longos, voltando a encantar o leitor com sua escrita acessível e, ao mesmo tempo, impactante.

Se você faz parte dos recentes apaixonadas por poesia contemporânea como eu você já deve ter se deparado com algum verso nas redes sociais assinado pelo @akapoeta, uma cara de sorriso tímido, coque no cabelo e versos fluidos, “Coração Granada” é o segundo livro do autor e meu primeiro contato fora das redes sociais com a criação de um poeta brasileiro.

Quinta Retrô | Nove regras a ignorar antes de se apaixonar, de Sarah MacLean

 

Sarah MacLean é uma das autoras de romances de época que encantou milhares de leitores nos últimos anos. Em 2016 a Editora Arqueiro publicou o primeiro volume da trilogia Os Números do Amor e desde então tenho tentado ler todos os livros da autora que são publicados no Brasil.

“Com um texto leve, inteligente e sensual, Nove regras a ignorar antes de se apaixonar, o primeiro volume da trilogia, levou Sarah MacLean às listas de mais vendidos e foi escolhido um dos dez melhores romances de época pela Publishers Weekly no ano de seu lançamento”*.

💘 Vocês já conheciam/leram o primeiro volume de Os Números do amor?

Para os que ainda não conhecem ou não leram o livro, vou deixar um trechinho da resenha que vocês encontram na integra aqui.

“Com uma narrativa fluida e um enredo envolvente, Sarah MacLean nos mostra como se livrar dos moldes da vida, de como nem sempre a felicidade é encontra em seu estado puro, precisamos batalhar por ela; se você gosta do gênero romance de época esse livro definitivamente foi feito para você e se você não gosta, leia e passará a gostar.

(...)

Com um pano de fundo de bailes, regras da alta sociedade e aventuras não só Gabriel e Callie vão ganhando nossos corações, mas todos os personagens secundários são muito bem construídos e colocados, é incrível como Sarah Maclean consegue nos arrancar risadas e suspiros; com ingenuidade e malicia na medida certa esse sem dúvidas é um livro que merece destaque na estante por deixar claro a lição de liberdade e empoderamento feminino.”

 

A Insustentável leveza do ser | Milan Kundera #Resenha

Sobre este romance, Italo Calvino escreveu: "O peso da vida, para Kundera, está em toda forma de opressão. O romance nos mostra como, na vida, tudo aquilo que escolhemos e apreciamos pela leveza acaba bem cedo se revelando de um peso insustentável. Apenas, talvez, a vivacidade e a mobilidade da inteligência escapam à condenação - as qualidades de que se compõe o romance e que pertencem a um universo que não é mais aquele do viver" (Seis propostas para o próximo milênio). O livro, de 1982, tem quatro protagonistas: Tereza e Tomas, Sabina e Franz. Por força de suas escolhas ou por interferência do acaso, cada um deles experimenta, à sua maneira, o peso insustentável que baliza a vida, esse permanente exercício de reconhecer a opressão e de tentar amenizá-la.

Ah, como eu queria ler esse livro! Esse título a muito tempo já me chamava atenção, no começo do ano quando decidi ler um autor de cada continente aí estava a minha chance de finalmente lê-lo, afinal o senhor Milan é Europeu mais especificamente nasceu na Tchecoslováquia (hoje República Tcheca).


“O amor não se manifesta pelo desejo de fazer amor (esse desejo se aplica a uma multidão inumerável de mulheres), mas pelo desejo do sono compartilhado (esse desejo diz respeito a uma só mulher).”


Eu não sei bem o que eu esperava desse romance, uma vez que eu nem sabia ao certo sobre o que se tratava o plot, mas de tanto ouvir falar sabia que queria ler e não me arrependi. Já adianto que essa não é uma leitura fácil, se você está acostumado com histórias mastigadinhas, talvez você precise se desafiar, para só então encarar esse livro, mas posso dizer que valerá a pena.

Adulta sim, madura nem sempre | Camila Fremder #resenha

A vida adulta chega de uma hora para outra e nem sempre estamos preparados para ela. E tudo bem.

Um dia você é a jovem moderna que ouve música alta e incomoda a vizinha. Num piscar de olhos é você quem está interfonando para o porteiro e reclamando, aos berros, do som da garota que mora no andar de cima. O que aconteceu? Simples: a vida adulta chegou. Quer dizer, não tem nada de simples.

Como Camila Fremder mostra neste seu novo livro, a vida adulta costuma chegar de uma hora para outra, sem avisar, sem um curso preparatório, sem nada. Ou pelo menos é assim que a gente se sente. E a consequência disso é muito estranhamento, reflexões e boas risadas.

Saem de cena as noites agitadas e os dias sem grandes preocupações, sendo substituídos por fraldas (no caso de quem tem filho), boletos e muita paranoia com a aparência. Com observações perspicazes e bom humor, Camila nos ajuda a entender e aceitar melhor essa transição. Um livro que você não vai conseguir largar. A menos que o bebê acorde ou esteja na hora de você correr para o batente.

 

E aí como anda sua vida de adulto? Os boletos já estão pagos? Calma eu não estou querendo ser enxerida não rs, mas se você estiver passando por um perrengue vim trazer uma indicação de leitura que vai provar que você não está só.

A Pequena Caixa de Gwendy | Stephen King e Richard Chizmar #Resenha


A pequena cidade de Castle Rock testemunhou alguns eventos estranhos ao longo dos anos, mas existe uma história que nunca foi contada... até agora.Viaje de volta a Castle Rock nesta história eletrizante de Stephen King, o mestre do terror, e Richard Chizmar, autor premiado de A Long December. O universo misterioso e assustador dessa pacata cidadezinha do Maine já foi cenário de outros clássicos de King, como Cujo e A zona morta, e deu origem à série de TV da Hulu.Há três caminhos para subir até Castle View a partir da cidade de Castle Rock: pela rodovia 117, pela Estrada Pleasant e pela Escada Suicida. Em todos os dias do verão de 1974, Gwendy Peterson, de doze anos, vai pela escada, que fica presa por parafusos de ferro fortes (ainda que enferrujados pelo tempo) e sobe em ziguezague pela encosta do penhasco.Certo dia, um estranho a chama do alto: “Ei, garota. Vem aqui um pouco. A gente precisa conversar, você e eu”. Em um banco na sombra, perto do caminho de cascalho que leva da escada até o Parque Recreativo de Castle View, há um homem de calça jeans preta, casaco preto e uma camisa branca desabotoada no alto. Na cabeça tem um chapeuzinho preto arrumado.Vai chegar um dia em que Gwendy terá pesadelos com isso.

Falou Stephen king eu já quero, mas mais do que isso “A pequena caixa de Gwendy” nos leva de volta a cidade de Castle Rock cidade do livro “Zona Morta” e não tinha como não passar a leitura na frente da minha imensa pilha, não me arrependi.

Simplesmente Blue - Amy Harmon #Resenha

Blue Echohawk não sabe quem ela é. A garota, que desconhece seu nome verdadeiro e sua data de nascimento, foi criada por um estranho e não frequentou a escola até os dez anos. Aos dezenove, quando a maioria dos jovens vai à faculdade ou segue em frente com a vida, ela é apenas uma veterana no ensino médio. Sem mãe, sem pai, sem fé e sem futuro, Blue é uma estudante difícil, para dizer o mínimo. Durona e sexy, ela é o oposto do jovem professor britânico que decide que está pronto para o desafio de levar a encrenqueira para debaixo de suas asas.Simplesmente Blue narra a história de uma transformação e fala de uma amizade improvável em que a esperança promove a cura e a redenção se torna amor.

Toda e qualquer história da Amy Harmon tem um ritmo de narração muito peculiar pra mim, começo sentindo o ritmo meio lento e quando me dou por conta os personagens já moram comigo e não consigo larga-los. Começamos essa narrativa do ponto de vista da Blue Echohawk, que não sabe exatamente quem ela é, só sabemos que essa narração está ligada a morte de uma mulher até então desconhecida, que Blue foi abandonada pela mãe aos 2 anos de idade mais ou menos e foi criada por Jimmy.

O Dia Depois do Fora (Laura Conrado) #Resenha

Novo livro de uma das mais populares autoras brasileiras da nova geração. Prestes a se formar em odontologia, primeira na família a conquistar um sonhado diploma, Melissa está no caminho certo. Boas notas, vários artigos publicados em revistas científicas, um namorado perfeito. Aos 23 anos, ela só consegue olhar para a frente. Mas quando Fred, o fisioterapeuta que conquistou seu coração, resolve terminar tudo, o único futuro da menina parece estar ligado ao passado. Melissa fica presa em um looping temporal, fadada a reviver eternamente o dia depois do fora, até aprender com seus erros. Agora Melissa precisa deixar de lado o motorzinho e investir em restaurações bem mais complicadas. A começar pelo relacionamento com a família, com quem sente não ter mais nada em comum. Aos poucos, Melissa resgata a amizade com a irmã e o orgulho de ser filha de pais simples, mas batalhadores. E a vida profissional sofre uma repaginada, com a menina enfrentando, por fim, o medo da prática clínica. Melissa também acha tempo para voltar às boas com a melhor amiga, a muambeira Luane, e encontrar o amor verdadeiro depois de descobrir o que é amor. Afinal, tempo agora é algo que Melissa tem de sobra. Será mesmo?

O dia depois do fora é uma daqueles livros que tem o plot engraçadinho, despretensioso, que você lê num dia como uma leitura de entretenimento puro e quando acaba percebe que esse livro conversa com você muito além das páginas da estória.

Os Sete Maridos de Evelyn Hugo (Taylor Jenkins Reid) #resenha


Com todo o esplendor que só a Hollywood do século passado pode oferecer, esta é uma narrativa inesquecível sobre os sacrifícios que fazemos por amor, o perigo dos segredos e o preço da fama.Lendária estrela de Hollywood, Evelyn Hugo sempre esteve sob os holofotes ― seja estrelando uma produção vencedora do Oscar, protagonizando algum escândalo ou aparecendo com um novo marido… pela sétima vez.Agora, prestes a completar oitenta anos e reclusa em seu apartamento no Upper East Side, a famigerada atriz decide contar a própria história ― ou sua “verdadeira história” ―, mas com uma condição: que Monique Grant, jornalista iniciante e até então desconhecida, seja a entrevistadora.Ao embarcar nessa misteriosa empreitada, a jovem repórter começa a se dar conta de que nada é por acaso ― e que suas trajetórias podem estar profunda e irreversivelmente conectadas.

Sete maridos de Evelyn Hugo é definitivamente uma experiência literária para quem quer um livro bem escrito. Taylor Jenkins Reid tem um estilo muito próprio de narrar suas histórias. Evelyn é uma atriz famosíssima de Hollywood que no presente já é uma senhora reclusa.

Não Me Abandone Jamais (Kazuo Ishiguro) #Resenha


Kathy H. tem 31 anos e está prestes a encerrar sua carreira de cuidadora. Enquanto isso, ela relembra o tempo que passou em Hailsham, um internato inglês que dá grande ênfase às atividades artísticas e conta, entre várias outras amenidades, com bosques, um lago povoado de marrecos, uma horta e gramados impecavelmente aparados. No entanto esse internato idílico esconde uma terrível verdade: todos os alunos de Hailsham são clones, produzidos com a única finalidade de servir de peças de reposição.Assim que atingirem a idade adulta, e depois de cumprido um período como cuidadores, todos terão o mesmo destino - doar seus órgãos até concluir. Embora à primeira vista pareça pertencer ao terreno da ficção científica, o livro de Ishiguro lança mão desses doadores, em tudo e por tudo idênticos a nós, para falar da existência. Pela voz ingênua e contida de Kathy, somos conduzidos até o terreno pantanoso da solidão e da desilusão onde, vez por outra, nos sentimos prestes a atolar.

Nas minhas metas literárias sempre tem: "ler mais livros clássicos" e após o anúncio do vencedor de prêmio NOBEL de Literatura de 2017, decidi que era a hora de me arriscar com Kazuo Ichiguro; se tem uma coisa que gosto de fazer quando escolho uma leitura nova é me arriscar, sair da minha zona de conforto, conhecer novos gêneros, a lição que tiro de tudo isso é que a maioria das experiências foram maravilhosas.

Romance tóxico (Heather Demetrios) #Resenha


Uma história contemporânea, comovente e incrivelmente honesta sobre como encontrar forças para se libertar de relacionamentos tóxicos.Grace quer sair de casa. Ela se sente sufocada pelo padrasto agressivo e pela mãe obsessiva, que a faz esfregar o chão até toda a poeira (que só ela enxerga) sumir. Quer ir embora da cidadezinha onde mora, na Califórnia, pequena demais para seus sonhos. Quer fugir da vida que leva e se tornar uma artista em Paris, uma diretora de teatro em Nova York… qualquer futuro que seja distante do medo e da solidão que sente.Então ela se aproxima de Gavin: charmoso, talentoso e adorado por todos da escola. Quando os dois se apaixonam, Grace tem certeza de que aquele romance é bom demais para ser verdade. Mas as suas amigas enxergam um outro lado do garoto — controlador e perigoso —, que, com o tempo, vai transformar o relacionamento dos dois em uma prisão da qual Grace será incapaz de escapar sozinha.

Trigger Warning: abuso verbal e emocional, suicídio, doenças mentais e estupro.

It: A Coisa (Stephen King) #Resenha


Durante as férias escolares de 1958, em Derry, pacata cidadezinha do Maine, Bill, Richie, Stan, Mike, Eddie, Ben e Beverly aprenderam o real sentido da amizade, do amor, da confiança e... do medo. O mais profundo e tenebroso medo. Naquele verão, eles enfrentaram pela primeira vez a Coisa, um ser sobrenatural e maligno que deixou terríveis marcas de sangue em Derry. Quase trinta anos depois, os amigos voltam a se encontrar. Uma nova onda de terror tomou a pequena cidade. Mike Hanlon, o único que permanece em Derry, dá o sinal. Precisam unir forças novamente. A Coisa volta a atacar e eles devem cumprir a promessa selada com sangue que fizeram quando crianças. Só eles têm a chave do enigma. Só eles sabem o que se esconde nas entranhas de Derry. O tempo é curto, mas somente eles podem vencer a Coisa. Em 'It - A Coisa', clássico de Stephen King em nova edição, os amigos irão até o fim, mesmo que isso signifique ultrapassar os próprios limites.


Em "It- A Coisa" conhecemos o Clube dos Otários (Bill, Ben, Bev, Eddie, Richie, Stan e Mike) que vivem na cidade de Derry e irão lutar contra IT - A Coisa ou Pennywise, um palhaço que se alimenta do medo das pessoas.

Esse é provavelmente o livro mais longo que já li, mas no geral a leitura é tão fluida e Stephen King nos envolve num plot tão intenso que fica difícil largar o livro.
 "Ouça um pouco de rock-and-roll no rádio e vá em direção a toda vida que existe com toda a coragem que você consegue reunir e toda a crença que tem."

Dias de Despedidas (Jeff Zentner) #Resenha


"Cadê vocês? Me respondam."Essa foi a última mensagem que Carver mandou para seus melhores amigos, Mars, Eli e Blake. Logo em seguida os três sofreram um acidente de carro fatal. Agora, o garoto não consegue parar de se culpar pelo que aconteceu e, para piorar, um juiz poderoso está empenhado em abrir uma investigação criminal contra ele. Mas Carver tem alguns aliados: a namorada de Eli, sua única amiga na escola; o dr. Mendez, seu terapeuta; e a avó de Blake, que pede a sua ajuda para organizar um “dia de despedida” para compartilharem lembranças do neto. Quando as outras famílias decidem que também querem um dia de despedida, Carver não tem certeza de suas intenções. Será que eles serão capazes de ficar em paz com suas perdas? Ou esses dias de despedida só vão deixar Carver mais perto de um colapso — ou, pior, da prisão?

Gláuce (querida melhor amiga), cadê você que nunca comenta nas minhas resenhas? Cadê você que não chega? Me dá uma carona para ir para casa? Vamos viajar cedo...vê se não atrasa, já está chegando? PARA! Não quero que você comente aqui se estiver dirigindo ...larga esse celular e só digite quando estiver estacionada. Esse parágrafo aí em cima meio desconexo para você que não conhece minha melhor amiga é um pensamento recorrente na minha mente depois que li “Dias de Despedida”.

Vergonha (Brittainy C. Cherry) #Resenha


Um amor inesperado que surge de forma inusitada e arrebata a vida de Grace Harris. Grace Harris está perdida e sozinha em sua casa em Atlanta depois que o homem que ela pensou que ficaria a seu lado pelo resto da vida traiu sua confiança, partiu seu coração e saiu de casa, deixando seu casamento em suspenso. Grace resolve, então, passar o verão com a família em Chester, sua cidade natal, para respirar, dar um tempo de tudo. Sua vida está uma bagunça e o que ela precisa no momento é de um pouco de gentileza e compaixão.Por incrível que pareça, Grace encontra isso na pessoa mais improvável de todas: Jackson Emery, a ovelha negra da cidade. Conhecido como a erva daninha de Chester, ele é sinônimo de encrenca, e não faz nada para mudar essa imagem. Tendo perdido na infncia o que havia de mais valioso na vida, Jackson se tornou um homem amargurado e não dá a mínima para o que pensam dele. Os caminhos de Grace e Jackson acabam se cruzando de um jeito inusitado e a tristeza profunda que carregam atrai os dois como ímã. Ambos sabem que não foram feitos um para o outro, mas, como tudo vai acabar mesmo com o fim do verão, resolvem deixar rolar e se entregar a uma diversão passageira. Porém, o que Grace não imaginava é que seu coração, já destroçado, seria obrigado a aprender que certos relacionamentos são capazes de causar dores muito profundas, e que é sempre preciso fazer uma escolha.

Olá pessoas, é muito legal estar de volta ao lendo e escrevendo, quando a Pat me perguntou se eu queria fazer essa resenha topei na hora! “Vergonha” teve um hype enorme quando foi lançado lá nos USA, o booktubers gringos diziam que esse era o melhor romance/NA da Brittany; eu tenho um caso de amor e ódio com a escrita dela e logo que foi anunciado a versão brasileira, o livro entrou para a minha lista de desejados. Já adianto que essa foi mais uma das experiências de leitura que me fizeram amar a Brittany.

Como em todos o New Adult os protagonistas já não são tão adolescentes e os problemas a enfrentar são sempre mais intensos, de todos os livros que já li da autora em alguns com a mais absoluta destreza ela fez com que eu me apaixonasse e sofresse junto com eles.

Em “Vergonha” vamos acompanhar uma narração em primeira pessoa que divide o ponto de vista entre os personagens principais; a Grace é a filha mais velha do Pastor (de uma cidadezinha minúscula situada no sul dos USA, a cidade é quase um personagem do próprio livro, imaginem todos os estereótipos de cidade fofoqueira, o pior tipo de cidade que você puder imaginar), Grace casou com seu namorado do colégio, viveu bons anos de um conto de fadas, mas tudo está desmoronando, depois de sucessivos abortos, Finn (seu marido) a traiu, eles estão se divorciando e ela está voltando para casa dos pais para contar o que está acontecendo na vida dela.
Bookhalic assumida, seu amor pelos livros me levou a criar o blog Lendo e Escrevendo, há alguns anos. Minha paixão por eles me fez continuar. No blog e redes sociais você encontrará muitas novidades, resenhas, fotos e vídeos sobre o mundo literário.

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